MB HQ’s: Batman – Ano Dois

Em ‘’Batman Ano Dois’’, encontramos o Cavaleiro das Trevas em um confronto com Ceifador, o antigo vigilante de Gotham. Atormentados pelo passado, iniciam um confronto que os faz questionar seus atos e os métodos utilizados para combater o crime.

Após o sucesso de ‘’Batman: Ano Um’’, a DC Comics resolveu encomendar uma segunda história, ‘’Batman: Ano Dois’’, com roteiro de Mike W. Barr (Detective Comics, Star Trek) e artes de Alan Davis (Miracleman, Uncanny X-Men).

A história mostra um momento de relações amistosas entre o herói morcego e o departamento de polícia liderado por Gordon, na época já no cargo de comissário. Com uma alta nos crimes em Gotham, o antigo vigilante da cidade, o Ceifador, decide voltar da aposentadoria para acabar com os criminosos, matando-os sem a oportunidade de um julgamento.

Batman vai de encontro ao Ceifador, numa tentativa de coibir o antigo vigilante em sua caçada mortal. Ao fracassar em seu primeiro confronto, o herói se alia a antigos inimigos em prol de um bem maior. Paralelamente, Bruce Wayne se interessa por Rachel Caspian, a garota dispensa o filantropo bilionário e, sem saber,  mantém uma forte ligação com o vilão.

Ano Dois conta a história de dois vigilantes com métodos distintos para resolver seus problemas, mas ambos com um passado doloroso por trás de suas motivações. A história não tem o mesmo nível de qualidade despendido em Ano Um e as coincidências no roteiro deixam a história um pouco óbvia logo de início. Além disso, leva Bruce a tomar decisões duvidosas no combate ao crime. Não é uma história ruim, mas também não é a melhor coisa já publicada do herói. Podemos dizer que o vilão é o ponto alto de toda a história.

Vale mencionar que no segundo capítulo Alan Davis abandona o projeto e quem assume o seu lugar é Todd Mcfarlane (Homem-Aranha, Spawn), com um estilo de arte bem diferente do primeiro. Outra curiosidade é o fato de Alfredo Alcala (Vóltar) estar a cargo da arte final.

Para finalizar o segundo ano, Mike e Alan retomam o comando na história ‘’Círculo Completo’’, ponto alto do encadernado.

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