MB Review: Death Note Black Edition vol. 5

Com a máfia estrangeira cada vez mais ligada à operação policial liderada pelo falso L, é revelado que Mello é quem está por trás dos atuais acontecimentos. Com seu jeito egocêntrico e radical, pretende usar todos os métodos à mão para desmascarar Light, não se importando com as consequências decorrentes de seus atos.

Sayu é resgatada, mas o grupo de investigações japonês perde o caderno assassino. Light bola um novo plano para acabar com a ameaça de Mello e, ao mesmo tempo, recuperar o caderno perdido. Near, suspeitando abertamente de que o novo L é Kira, faz uma aliança velada com Mello e começa a semear dúvidas entre os membros da Central de Operações da Polícia Japonesa, dividindo as opiniões sobre L.

Nesse volume, todo o arquétipo central envolvido por L é completamente desligado, agora, trata-se da maneira excêntrica que seus dois discípulos, Near e Mello, usarão para expor Light a qualquer custo. Nea que, por mais que preso às amarras morais, nunca deixa o sentimento ganhar da razão, parece estar cada vez mais desconfiado da forma que o novo L age. Já Mello está cada vez mais perto da força policial nova para conseguir o que quer, de seu jeito excêntrico e impulsivo.

Também temos a aparição de um novo Kira, dessa vez, graças a uma estratégia de reclusão de Light em prol de se manter mais oculto, e com isso, um dos pontos fatídicos da obra e que enfatiza ainda mais a ideologia de Light ocorre. A morte de seu pai e como ele reage, mantendo ainda mais a frente seus ideais.

O volume se encerra com a aparição desse novo Kira e o envolvimento de Light com uma personagem, que ele manipula para despistar ainda mais Mello e Near. Só que dessa vez parece que as coisas não irão funcionar. Com esse volume a obra se encaminha para seu final. Seria, então, Light o verdadeiro portador da justiça? Só o próximo volume dirá.

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