MB Review: Atelier of Witch Hat vol. 1

Atelier of Witch Hat é uma leitura satisfatória, tanto por seu mundo com uma riqueza de detalhes, quanto por sua narrativa bem construída que, se bem utilizado, pode gerar resultados muito interessantes no progresso da história. 

Atelier of Witch Hat foi um mangá que me pegou de surpresa quando foi lançado no Brasil, em 2019. Nunca tinha lido, mas desde a primeira vez que vi a arte achei muito chamativa e bem trabalhada. Foi uma aposta interessante, pois naquela época nem mesmo o anime havia sido anunciado.

O mangá é escrito e desenhado pela mangaká Kamome Shirahama, com publicação iniciada em 2016 nas páginas da revista Morning Two da editora Kodansha. A obra ainda encontra-se em publicação com 10 volumes no Japão.  

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Neste universo os bruxos não são algo anormal e apenas pessoas que nascem com aptidão para magia podem ocupar esse posto. A história segue Coco, uma garotinha com o sonho de se tornar uma bruxa, acaba por descobrir o “segredo” dos bruxos ao ver Qifrey lançando uma magia. Após testemunhar isso, vai para casa e usa um livro de magias para tentar reproduzir o que tinha visto. Coco acaba por desenhar o símbolo de uma magia proibida e como consequência a protagonista acaba petrificando toda a sua casa, incluindo sua mãe. Por conta desse incidente, parte em uma jornada com Qifrey, para se tornar uma aprendiz de bruxa, desfazendo a magia que transformou sua casa em pedra.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Neste primeiro volume encontramos uma leitura bem leve. A atmosfera da história é imersiva, isso por conta da arte que é magistralmente bem feita. Aqui temos uma pegada que lembra o início de um RPG japonês, algo agradável. É muito interessante também ver as magias sendo lançadas e os efeitos por elas causados. O trabalho artístico da autora faz com que essas cenas fiquem ainda melhor. Realmente espero que a história possa se desenvolver e se tornar um pouco mais séria do que o apresentado até aqui, já que o universo criado tem potencial, sem que seja necessário retirar o clima leve da edição. De fato é um mangá muito interessante, principalmente se você gosta de histórias com magia ambientadas num mundo medieval bem construído. 

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