MB Nacional: Almanaque Guará vol. 3

Em meio às atribulações diárias, as resenhas rápidas da revista Almanaque Guará deram uma atrasada. Antes tarde do que nunca, vamos retomar. A edição #3 recupera a qualidade perdida no número anterior e entrega boas histórias. Vamos às análises:

Santo – Episódio 3: Matinta

Alex Mir e Dilacerada fecham a participação do personagem na revista em alto estilo, com história calcada nas religiões de matriz africana, sem ser didática. Trama ágil, com bastante ação. Sigo sem entender as transformações do Zé para forçar humor, mas confesso que deixará saudade se não voltar.

Ecos – Episódio 3: Verde e sangue

Quando a revista começou, Ecos era o que tinha mais me ganhado, mas a cada edição sinto um as páginas dedicadas a ela são curtas demais para o que se propõe e que ficaria melhor em formato graphic novel. Assim como no episódio anterior, parece que pouco se passou e o que ficou trouxe mais confusão que respostas. Tenho fé e sigo interessado.

Cidadão Incomum – Episódio 3: Cárcere privado

História vem galgando saltos positivos a cada edição. Pedro Ivo vem ganhando no suspense e no mistério, com texto interessante e arte agradável. Outro ponto positivo foi dar atenção não apenas ao herói, mas também aos eventos no seu entorno, como ocorreu aqui com o policial Loschiavo.

17 anos e um 38

A história independente desta edição foi de tirar o fôlego. Carlos Rici e Pedro Cupert trazem uma trama em Belo Horizonte mostrando o mundo da criminalidade, de sofrimento da população de baixa renda, com tons de cultura pop. Pontos também pra colorização de André Silva. Leitura rápida, mas que vale a pena ser lida com calma.

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